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quarta-feira, 14 de maio de 2014

O obreiro e o salário

"Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário."1 Timóteo 5:18. Com estas palavras do apóstolo Paulo ao jovem Timóteo, muitos cristãos sérios acreditam que o pastor da igreja, como um servo eclesiástico, tem o direito de receber um salário digno por seus serviços espirituais prestados a comunidade em que está inserido. Temos observado que muitos pastores hoje vivem do salário, prebenda ou espórtula da igreja e normalmente as próprias igrejas em suas reuniões particulares, como Assembleias constituídas, aprovam o salário do seu pastor. Nada demais nisto desde que o pastor realmente seja reconhecido pela comunidade como um homem digno, como diz o texto. Porém, o próprio apóstolo Paulo defende que ele preferia não receber salário da igreja, mesmo que havia algumas igrejas que o convidavam e queriam pagar a ele: "Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo." 1 Coríntios 9:12. Será que devemos seguir as pisadas do nosso apóstolo dos gentios e rejeitarmos qualquer oferta , mesmo voluntária, daqueles que querem e ás vezes fazem questão de nos pagar? seria ético receber salário como um pregador do evangelho, diante do colocado pelo apóstolo? isto é para pensarmos bem e procurarmos na bíblia, a Palavra de Deus, a regra áurea e única em que podemos confiar e reter os pensamentos de Deus para os aplicarmos me nossas vidas.

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